Please, save your lies.


#75: Garden State
fevereiro 29, 2012, 10:52 pm
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‎”You gotta hear this one song, it’ll change your life I swear.” – Sam



#74: Síndrome de Hugo Cabret
fevereiro 20, 2012, 11:55 pm
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Esse é um blog pessoal, do tipo “eu comento a minha vida, de modo engraçadinho e você, inexistente leitor, acha que é tudo lindo e engraçado”. Até demais, se posso opinar (e é claro que eu posso, porque sou eu quem escreve essa porra!). Mas, sim, minha vida nem sempre é gracinha e fofura, mas a gente tende a sempre romantizar a vida “de modos que” os outros achem que a nossa grama é mais verde (assim como todos os outros, logo, sempre vai haver uma grama mais verde).

Uma frase que virou lema em determinado momento do ano passado (beijos pra galera do “Pra Melhor” <3) foi “Não tá fácil pra ninguém“. Tudo levava à essa frase (ou à complementar: “Não sou obrigada!“). E parece que quanto mais a gente brinca, mais as coisas começam a ficar sérias, e o começo desse ano mostrou que, realmente, não tá fácil pra ninguém. Foi rasteira atrás de rasteira, crise atrás de crise e muita coisa que, meu Deus, deu vontade de falar “Tá bom, eu sou fraca, dá pra matar de uma vez ou vai continuar a tortura?”.

E não é que tenha passado, mas aconteceu tanta coisa, apareceram tantas pessoas e situações, que fizeram sentido no meio da coisa toda. É engraçado quando uma pessoa, com quem você não tem muito contato nem amizade, surge e te agradece por algo que você nem sabia que tinha feito. Aconteceu. Duas vezes seguidas, com duas pessoas diferentes, e mais uma, algum tempo depois. Quando pessoas, simplesmente, aparecem. E dizem coisas. E mudam seu dia. E te fazem pensar. Muita coisa tem me feito pensar, de um jeito positivo.

Hoje foi assim. Foi um dia engraçado que terminou de forma curiosa. O dia em que eu fui ao cinema e me apaixonei. Antes de mais nada, eu sou a eterna romântica. E isso acaba com a pessoa, mas, enfim. Então eu fui ao cinema assistir Hugo Cabret e me apaixonei. Pela história, pelo filme, pela Isabelle, pelo Hugo… Principalmente pelo Hugo. Principalmente pela característica que compartilho com ele e apelidei carinhosamente de “Síndrome de Hugo Cabret”.

Hugo acredita que todas as pessoas tem um propósito na vida, que ninguém é um estorvo, uma peça sobrando em um quebra-cabeça completo. E, segundo ele, o propósito de vida dele é consertar as coisas. Daí a síndrome: pessoas que acham que a função delas no mundo é consertar as coisas. Elas só esquecem que deveriam estar completamente “consertadas”, antes de querer sair por aí fazendo isso para outras coisas/pessoas – ou fazer ambos simultaneamente, o que é a melhor ideia, na verdade.

Foi o que aconteceu comigo. E foi preciso Martin Scorsese (nunca desprendido de lembranças, “Scorsise“), Asa Butterfield e Chloë Moretz (que me fez entender porque ela barrou todo o “elenco” de Harry Potter e ganhou o “Favorite Movie Star Under 25” no People’s Choice Awards) para me fazer entender isso (and a little bit of other things…). Foi preciso duas horas sentada no cinema, sendo maravilhada em 3D e muito bem acompanhada pela pessoa que foi absolutamente tudo nessas últimas semanas para me fazer encontrar a luz no fim da merda do túnel. Foda-se terapia (oh crap!), eu vou ali me tratar com doses cavalares de cinema e Anne Hathaway (embora tenha certeza de que psicuddy desaprovaria meu novo curso de tratamento). E, sim, é, verdade, eu vou ficar o resto da vida procurando o meu amor de cinema, mas tudo bem. Eu não tô com pressa.

E se alguém quiser minha opinião (e foda-se se não quiser, não sou obrigada!): Hugo é a verdadeira carta de amor ao cinema. Caguei e andei para toda a hype em cima de O Artista, filme de arte, preto e branco, mimimi. É claro, se o mundo fosse perfeito, a categoria de “Melhor Atriz” seria da Meryl Streep (e não “Para quem Meryl vai perder o Oscar esse ano, porque eles não podem simplesmente assumir que ela é too damn foda?”) e não haveria hesitação quanto ao merecimento do filme do Scorsese. Uma vez que, supõe-se, uma Academia de Cinema valorizaria uma carta de amor tão bem feita, escrita, adaptada, produzida e dirigida. De qualquer forma, na minha estante, Hugo terá ganho o “meu” Oscar de “Melhor filme“. E tenho dito.



#73: Em clima de negação
fevereiro 19, 2012, 7:03 pm
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Quando é carnaval e você recebe um chamado no Whatsapp que diz “Meuuuu, quero daaaaarrr!!” (ênfase nas letras repetidas e na pontuação levemente exagerada) você começa a refletir sobre o tipo de pessoa com quem tem se envolvido.

E é isso que toca constantemente na minha cabeça desde hoje, mais cedo.



#72: Quinta-feira define
fevereiro 16, 2012, 11:11 pm
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Sem mais, produção.



#71: Calvin me entende
fevereiro 14, 2012, 11:08 pm
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Sem mais por hoje. Calvin me entende e fim. (Definitivamente, se eu decidir dizer tudo que eu gostaria, eu não irei para a aula amanhã. E eu preciso ir, mesmo não querendo.)




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